O delegado de polícia no Brasil, prioritariamente, chefia uma delegacia de polícia (Estadual ou Federal), podendo, também, ser nomeado para a direção dos diversos cargos da estrutura administrativa da corporação a que pertence. Em obediência ao artigo 37, inciso II, da Constituição Federal,[1] o cargo é concursado e nos termos das Leis Orgânicas das Polícias Civis, exige-se que o candidato seja bacharel em direito.[2] Portanto, desde 1988, ficaram os governos estaduais impedidos de efetuarem nomeações políticas nas Polícias Civis.
O cargo foi criado pela Lei nº 261, de 3 de dezembro de 1841, regulamentada pelo Decreto nº 120, de 31 de janeiro de 1842, que alteraram dispositivos do Código de Processo Criminal de 1832, instituindo a figura do chefe de polícia para o município da Corte e para cada uma das Províncias do Império, bem como, os cargos de delegado e subdelegado. Na capital do Império as três autoridades eram nomeadas pelo Imperador, enquanto nas Províncias por seus Presidentes.
Em obediência ao Decreto nº 584, de 19 de fevereiro de 1849, os delegados e subdelegados deviam usar faixas nas cores verde e amarela, designativas das suas funções, precursoras dos atuais distintivos policiais. Atualmente a sua formação profissional é realizada na Academia de Polícia de seu estado.
Uma cobra sucuri de aproximadamente 5 m foi capturada em uma obra de expansão da empresa Vale Fértil, no Distrito Industrial 3, em Uberaba (MG).
A Polícia Ambiental capturou o animal, que será solto em uma área de preservação ambiental da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) na Usina Hidrelétrica de Volta Grande.
A polícia da Espanha desmantelou na região de Madri o que seria o maior laboratório de refino de cocaína da Europa, em uma operação na qual foram detidas 25 pessoas de nacionalidades colombiana e espanhola. A operação "Colapso" é fruto de dois anos de investigações e permitiu fechar a instalação, em um sítio na localidade de Villanueva de Perales, onde havia mais de 300 quilos de cocaína prontos para distribuição, segundo a polícia.
Além disso, no local estavam armazenados 33 toneladas de produtos químicos, dois milhões de euros em dinheiro (US$ 2,67 milhões), armas, veículos de luxo e mais de 470 telefones celulares.
Na operação, foram congelados bens e ativos financeiros no valor de 50 milhões de euros (cerca de US$ 66,8 milhões). As detenções foram produzidas na localidade de Valdemorillo e na cidade de Madri.
A Justiça do Paraná determinou que o ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho irá a júri popular. A informação foi divulgada nesta terça-feira (18), pelo Tribunal de Justiça do Paraná. Ainda não há data para o julgamento.
A decisão do juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Daniel Surdi Avellar, deve ser publicada no Diário Oficial até o fim desta semana. Após a publicação, a defesa tem um prazo de cinco dias para recorrer da decisão. Carli Filho é acusado de causar as mortes de Gilmar Rafael Yared, de 26 anos, e Carlos Murilo de Andrade, de 20 anos, em um acidente de trânsito na madrugada do dia 7 de maio de 2009. Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o ex-deputado dirigia alcoolizado e em alta velocidade.

Peritos, em sentido amplo, são pessoas físicas entendidas e experimentadas em determinados assuntos e, designadas pela Justiça, recebem a incumbência de ver e referir fatos de natureza permanente, cujo esclarecimento é de interesse no processo.[1] A convocação para o papel de perito é uma forma de reconhecimento de competências, decorrente em grande medida da autoridade científica do próprio perito.[2]
Perito criminal é o policial civil (estadual ou federal) a serviço da justiça, especializado em encontrar ou proporcionar a chamada prova técnica ou prova pericial, mediante a análise científica de vestígios produzidos e deixados na prática de delitos. As atividades periciais são classificadas como de grande complexidade,[3] em razão da responsabilidade e formação especializada revestidas no cargo.
O perito criminal, agindo por requisição da autoridade judicial, pelo ministério público ou pela autoridade policial, estuda o corpo (ou objeto envolvido no delito), refaz o mecanismo do crime (para saber o que ocorreu), examina o local onde ocorreu o delito e efetua exames laboratoriais, entre outras coisas. Nos estados onde a Polícia Científica é desvinculada do organograma da Polícia Civil, o perito criminal, embora pertencendo a uma estrutura administrativa própri
a, continua ostentando a condição de integrante de carreira policial civil, seja ela estadual (Polícias Civis), seja federal (Polícia Federal). (Em que pese o fato do perito criminal somente agir após provocado pelo Juiz, pelo Promotor de Justiça ou pelo Delegado de polícia, o Código de Processo Penal diz que as requisições devem ser feitas ao dirigente da instituição pericial, o que demonstra que este profissional não está subordinado hierarquicamente ao Delegado de Polícia).
Saiba mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Perito_criminal
(imagem meramente ilustrativa)
Cento e cinquenta e seis presos que tiveram direito à saída temporária em dezembro ainda não retornaram ao presídio, de acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social de Minas Gerais, que divulgou balanço nesta segunda-feira (17). Ao todo 226 não se apresentaram no prazo determinado pela Justiça, só que 73 foram recapturados no cometimento de outro crime ou se apresentaram espontaneamente fora da data, segundo a secretaria. Em Minas, 3.826 presos condenados de 117 unidades prisionais receberam o benefício de saída temporária no mês de dezembro e tiveram a chance de passar as festas de 2010 junto a suas famílias. O benefício é concedido pela Justiça aos presos do regime semiaberto e aberto após avaliação psicossocial e observado o cumprimento obrigatório de um 1/6 da pena ou 1/4 em caso de reincidência
Em nota enviada pela secretaria, o superintendente de atendimento ao preso, Guilherme Augusto de Faria Soares, afirma que o índice de retorno é significativo e pode ser atribuído ao trabalho de avaliação do preso feito por uma comissão dentro das unidades e informado ao juiz responsável pela execução das penas.
O estado tem atualmente 37 mil presos, entre condenados e provisórios, abrigados nas unidades prisionais administradas pela Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) da Secretaria de Estado de Defesa Social(Seds). Outros 10 mil estão em delegacias da Polícia Civil.
A Polícia Federal (PF) apreendeu na noite deste domingo (16), 14.860 pontos de LSD e prendeu dois homens em Belo Horizonte. De acordo com a assessoria de imprensa da PF, é a maior apreensão da droga já feita em Minas Gerais.
As investigações, segundo a polícia, aportaram que um ex-piloto de avião desembarcaria no Aeroporto de Confins vindo de Amsterdã, na Holanda, com grande quantidade da droga. Policiais federais teriam avistado o suspeito, de 50 anos, no aeroporto e o seguido até um hotel, no Centro de BH.
No local, o suspeito teria se encontrado com o outro homem, de 25. De acordo com a PF, eles foram abordados dentro do quarto e a droga já estava dentro da mochila do mais jovem. Os pontos de LSD teriam vindo escondidos no forro da mala do homem de 50 anos, dentro de envelopes de alumínio.